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Patrocínios - Cultural 2012

O Quebra Nozes

A Eurofarma patrocinou “O Quebra-Nozes”, apresentado em sua 29ª edição. O espetáculo é uma tradicional obra natalina, com música de Tchaikovsky e direção artística de Hulda Bittencourt.

A criação de 'O Quebra-Nozes' foi inspirada em uma adaptação francesa de um trecho do conto Nussknacker und Mauserkonig (Quebra-Nozes e o Rei dos Camundongos), de Ernest Hoffmann. Tchaikovsky se encantou com as colorações sinistras e fantásticas que envolvem a história e compôs a música para o Ballet. O resultado desta composição é uma obra repleta de fantasia e romantismo.

Encenado em dois atos, o balé conta a fantasia de Clara, uma menina que na noite de Natal ganha muitos presentes, mas se encanta de uma maneira especial por um deles, um boneco quebra-nozes. Quando todos vão dormir, Clara vai à sala para brincar com seu novo presente, adormece e entra no mundo da fantasia. Os brinquedos ganham vida, dançam, lutam, viajam para O Reino das Neves e Reino dos Doces, onde Clara e seu príncipe são homenageados com danças típicas de vários países e com um gracioso pas-de-deux da Fada Açucarada.

Le Plat Du Jour – Peter Pan e Wendy

A Cia de Teatro Le Plat Du Jour formada pelas atrizes Alexandra Golik e Carla Candiotto tem como característica adaptar contos clássicos da literatura infantil.

Nesta adaptação a reconhecida Cia Le Plat Du Jour, moderniza o conto “Peter Pan e Wendy” desconstruindo o preconcebido com um olhar irreverente. O resultado é um espetáculo dinâmico, criativo e cheio de humor.

“Peter Pan e Wendy” é um jogo teatral entre duas palhaças, assim como acontece na montagem dos premiados espetáculos da Cia “Chapeuzinho Vermelho”, “Os Três Porquinhos” e “João e Maria”.

“Peter Pan e Wendy, um espetáculo esperto espuleta e espetacular”.

Il Viagio

O violoncelista Mastorna embarca em um avião a caminho de uma apresentação da orquestra em que toca. Por conta de uma tempestade de neve, a aeronave é obrigada a fazer um pouso de emergência em uma cidade desconhecida. A partir daí, personagens misteriosos conduzem Mastorna a uma viagem de sonho.

IL VIAGGIO é uma livre adaptação para teatro do roteiro cinematográfico inédito Il Viaggio di G. Mastorna, de FEDERICO FELLINI, desenvolvido pelo dramaturgo Marcelo Rubens Paiva, a partir de concepção proposta pela atriz e produtora Helena Cerello. No palco, atores de vários grupos: Esio Magalhães (Barracão Teatro), Helena Cerello, Paula Flaiban (Le Plat du Jour), Bete Dorgam (Folias), Paulo Federal (Jogando no Quintal) e Ed Moraes (Companhia dos Inquietos).

O Incrível Dr. Green

'O Incrível Dr. Green' é uma deliciosa comédia, que trata de maneira inusitada e divertida os abusos cometidos em nome da beleza.

A peça é ambientada na 'Clínica Afrodite', para onde vão as mulheres que buscam se adequar às regras da ditadura da cosmética, e o espectador se vê diante de personagens facilmente reconhecíveis. Márcia Castanho, uma mulher de 60 anos, ícone dos anos 80 e que agora, totalmente falida, tenta carreira de celebridade e corre atrás das novidades da estética, numa busca alucinada para manter a jovialidade e ser capa de revistas de celebridades. De outro lado, está Jussara, 50 anos, que, depois de perder 120 quilos, tornou-se uma bem sucedida empresária que desenvolve kits de dieta rápida.

Adélia, mãe de primeira viagem, e Karina a filha feiosa, completam o desfile de personagens engraçados.

Jogando no Quintal

O 'Jogando no Quintal' é um espetáculo de improviso baseado na estrutura de um jogo de futebol.

Os palhaços-atletas do elenco criam as cenas na hora a partir de temas sugeridos pelo público, que também atua elegendo as melhores improvisações.

Como os atores não têm tempo de preparar o que vão fazer eles partem para ação, e da própria ação deixam surgir às ideias que encantam o público e, não raro, surpreendem até mesmo os próprios atores.

O espetáculo estreou há 7 anos em São Paulo, onde já foi visto por mais de 180.000 pessoas.

Tim Maia - Vale Tudo, O Musical

Com texto de Nelson Motta e direção de João Fonseca, “Tim Maia – Vale Tudo, O Musical”, tem a narrativa estruturada em blocos temáticos, que são ilustrados por clássicos de Tim que remetem conceitualmente a cada passagem.

A cena se desdobra a partir da infância pobre no bairro carioca da Tijuca, o contato com a música e as primeiras bandas que integrou. Momentos como a partida para os Estados Unidos, em 1959, e a posterior deportação por roubo e porte de drogas; a eclosão da Jovem Guarda e a gravação do primeiro disco; a primeira grande paixão, Janete, e as discussões explosivas travadas entre o Rio e Londres em diversas idas e vindas; o período em que aderiu à ideologia ‘Racional Superior’; a explosão popular; os filhos; a formação da banda Vitória Régia...todos os acontecimentos são permeados por episódios memoráveis (e na maioria das vezes hilários) radiografados com precisão de detalhes por Nelson Motta.

Reproduzir a estética sonora da Vitória Régia, banda formada por Tim em 1976 e que o acompanhou por 22 anos, foi a escolha do diretor musical e arranjador Alexandre Elias: “Mesmo tendo mudado a sonoridade ao longo da carreira, o que se ouvirá no espetáculo é o Tim Maia da black music: “O Tim foi o precursor da soul music no país, voltou dos EUA muito influenciado pelo som da Motown e criou por aqui aquilo que se chama de ‘música preta brasileira’”.

E assim, uma das trajetórias mais impressionantes da música brasileira é narrada pela primeira vez nos palcos. Sebastião Rodrigues Maia, Tião Marmiteiro, Tim Maia, uma profusão de personagens diversos dentro de um só, aquele responsável pela trilha sonora das vidas de uma legião de fãs até hoje.

Xanadu

A trajetória de Xanadu já o transformou num clássico. Começou com o filme, um dos símbolos mais representativos da iconoclastia de excessos da década de 80. Além disso, tornou-se cult com o passar do tempo e serviu como base para o musical homônimo que estrearia na Broadway em 2007. Desta montagem vem a inspiração para a produção dirigida por Miguel Falabella, com versão de Artur Xexéo que traz Danielle Winits, Thiago Fragoso e Sidney Magal à frente do elenco.

Na versão brasileira de Xanadu, os deuses da mitologia grega descem à terra para ajudar os humanos. Entre eles, Clio - uma semideusa que adota o nome de Kira quando se disfarça como terrena -, que vem ajudar Sonny Malone (Thiago Fragoso), um artista incompreendido que pretende abrir uma casa noturna diferente de tudo que havia sido feito até então. Para isso, ela conta com a ajuda de Danny Mc Guire (Sidney Magal, que também interpreta Zeus). Duas atrizes com trajetórias de respeito em musicais também encabeçam a escalação: Sabrina Korgut(Calíope/Afrodite) e Gottsha (Melpômene/Medusa).

Xanadu é kitsch, intencionalmente cafona, excessivo e confronta o dito bom gosto estabelecido com uma vasta gama de cores berrantes e ícones máximos do exagero dos anos 80. É também um exemplo de legítimo e até ingênuo entretenimento pop, um delírio dadaísta. E que pelas habilidosas mãos de Miguel Falabella e Artur Xexéo desloca o subtexto e ri, com deboche e ironia, das próprias idiossincrasias. Kira e Sony são interpretados por Danielle Winits e Thiago Fragoso, mas neste Xanadu todo nosso poderiam tranquilamente ganhar vida através de nomes como Carmem Miranda, Dercy Gonçaves, Sônia Mamede, Oscarito...

Cocoricó - O Show

Qual a criança que nunca sonhou com uma vida repleta de brincadeiras, uma porção de amiguinhos, animais falantes e muito espaço para correr e viajar na imaginação? Para saciar esse desejo, nasceu ‘Cocoricó’, o programa infantil que celebra 15 anos como uma das mais importantes criações da TV brasileira.

Adultos e crianças são transportados para a Fazenda Cocoricó ao lado do garoto Júlio, que se encantou com o trio de galinhas falantes, Lola, Zazá e Lilica, com o atrapalhado cavalo Alípio, o papagaio Caco, entre tantos outros personagens. O sucesso permanece até hoje, e o caminho natural foi levar a turma toda para os palcos.

Assim nasceu ‘Cocoricó – o show’. O texto de Flávio de Souza transita pelos dois cenários clássicos do programa, a fazenda e a cidade. Júlio e sua Turma são convidados pelo primo João para fazer uma participação especial em um show na cidade. O grupo se prepara para apresentar apenas uma canção, mas ao chegarem ao circo descobrem que todos os outros artistas cancelaram seus números. Sendo assim, o palco será de Júlio, Alípio, Lola, Zazá, Lilica e Caco, que decidem apresentar todas as músicas cantadas por eles no dia a dia do Paiol, e convidam João para participar, já que o primo é um expert em street dance.

‘Cocoricó – o show’ mantém a essência do programa da TV Cultura de transmitir uma mensagem positiva para o público, abordando temas fundamentais para a formação e crescimento das crianças, aliando entretenimento e conceitos educativos, além de resgatar o universo lúdico do imaginário infantil. Crianças de todo o Brasil poderão se aproximar de seus personagens favoritos e relembrar as canções que embalam seus devaneios e primeiras descobertas há 15 anos.

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