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Patrocínios - Cultural 2010

Gaiola das Loucas

Da peça original 'La Cage Aux Folles', de Jean Poiret, surgiu a adaptação brasileira A Gaiola das Loucas, patrocinada pela Eurofarma e dirigida por Miguel Falabella e com a co-direção de Cininha de Paula.

A Gaiola das Loucas (La Cage aux Folles) estreou em 01 de fevereiro de 1973, no Théâtre du Palais Royal, em Paris e imediatamente transformou-se num dos maiores sucessos da história do teatro francês, ganhando traduções e adaptações pelo mundo todo, inclusive no Brasil, com impagáveis atuações de Jorge Dória e Cavalinho.

Somente em paris, a peça foi vista por quase um milhão de espectadores nas duas mil apresentações que realizou.

Em 1978, o texto de Poiret foi adaptado para o cinema, numa produção franco italiana (Ugo Tognazzi interpretou o papel de Poiret e michel Serrault imortalizou nas telas sua brilhante Zazá).

Em 1983, Harvey Fiersten adaptou o texto e Jerry Hermann musicou o libreto, trazendo para a Broadway a farsa que arrebatara o publico dez anos atrás. Agora é a vez dos brsileiros, que, com a ajuda dos patrocinadores, poderão assistir a adaptação do espetáculo.

Com 25 atores, 40 trocas de cenários, 300 figurinos, 100 perucas e 350 mudanças de luzes, a peça conta a história de Georges (Miguel Falabella) é o proprietário do cabaré 'A Gaiola das Loucas', a jóia e o orgulho de St. Tropez, famoso pelos seus shows de transformistas.

A principal estrela da casa é Zazá, que ao tirar a maquiagem, é conhecido como Albin (Diogo Vilela), com quem Georges mantém uma relação estável há mais de 20 anos. Na verdade, a relação é tão solidamente estruturada que ambos têm um filho: Jean Michel, fruto de uma aventura no passado de Georges nos bastidores do Lido de Paris com uma corista, que não quis criar o filho e Georges e Albin assumiram a tarefa.

Jean Michel, ao iniciar a comédia, tem vinte anos e chega em casa com uma noticia avassaladora: vai se casar. Está perdidamente apaixonado por Anne filha única de Èdouard Dindon, presidente do PFTM, o Partido da Família, Tradição de Moralidade, que prometeu varrer do mapa os homossexuais da Riviera, no caso de ser eleito.

Olhe para Trás com Raiva

Do original Look Back in Anger, texto do dramaturgo, roteirista e ator inglês John Osborne, a peça Olhe para Trás com Raiva estreou dia 11 de junho, no Teatro Vivo com patrocínio da Eurofarma. A direção da montagem é assinada pelo premiado diretor Ulysses Cruz.

A peça é em grande autobiografia, baseada em momentos da vida em comum de Osborne (1929-1995), com sua esposa Pamela Lane. Encenada em 1956 pela English Stage Company, no Royal Court Theatre, ela representa a renovação do teatro inglês na década de 1950, assinalando a ruptura de repertórios e montagens convencionais do teatro londrino da época.

Na peça, a revolta contra o conservadorismo de uma sociedade altamente hierarquizada, com desigualdades sociais, intolerância, preconceitos e dissimulações são discutidas por meio do agressivo e brilhante Jimmy.

Jimmy contracena com duas jovens pertencentes a famílias da alta burguesia. A primeira é a sua esposa Allison, vivida pela atriz Karen Coelho. Ela tem como confidente a amiga Helena Charles (Maria Manoella), que se torna sua amante ao longo da história.

Mergulhados em um poço sem fim de contradições e buscas, sem conseguirem respostas consistentes para seus conflitos, os personagens levam ao palco questões sérias. 'Mas como são jovens há humor, um humor desesperado. Eles são dramáticos, porém a aventura humana é cheia de ironias, de falsas percepções, mentiras sinceras dentro de situações dramáticas', pontua Ulysses.

Vamos?

Direção de Otavio Martins, texto de Mario Viana, Vamos? Reúne Dalton Vigh, Gabriela Durla, Nathalia Rodrigues e Alex Gruli.

Com o patrocínio da Eurofarma a comédia estreou no Teatro Imprensa em agosto. Com desenho de luz de Wagner Freire, cenografia de Márcia Moon, trilha sonora de Ricardo Severo e figurino de Elena Toscano, o espetáculo conta, ainda, com Rita Batata e Rafael Maia.

Em um apartamento de uma grande metrópole, dois grandes amigos – um homem e uma mulher – bebem e falam de sexo, amor, tentações e aventuras. Comédia moderna sobre o amor Vamos? Tem como mote uma divertida e surpreendente noitada. Com direção de Otavio Martins (indicado ao prêmio Shell de melhor ator por Sideman), texto de Mário Viana e trazendo no elenco os atores Dalton Vigh, Gabriela Durla, Nathalia Rodrigues e Alex Gruli.

Com humor ácido, em diálogos secos e impactantes, a comédia se dá em situações do cotidiano e ganha um toque especial graças a um recurso do autor Mario Viana – a troca de gêneros entre os personagens. Otavio Martins explica: 'Sem dar nome a nenhum deles, chamando-os de A e B, Mário propõe um jogo delicioso: de vez em quando, o personagem que era homem se transforma em mulher, e vice versa - sem que o texto se transforme por isso. Assim, além do próprio jogo, Viana dialoga com o mundo contemporâneo, e seu texto é uma prova cabal de que qualquer forma de amor vale a pena'.

Na história, a noite do casal começa com bate papo e um drinque, até que o clima vai esquentando. 'A' quer levar 'B' para a cama, para celebrar uma amizade. 'B' resiste, diz que o sexo vai abalar a amizade. Seriam dois homens? Talvez duas mulheres? Um homem e uma mulher? Saber isso realmente importa? Uma noitada de uísque, risadas, memórias e propostas inusitadas. Depois de certas revelações, ninguém volta para casa da mesma forma.

De acordo com o autor, 'na hora do 'vamos-ver', homens e mulheres pensam, sentem e agem de maneira muito parecida em relação ao sexo oposto. E quando eu falo 'sexo oposto' estou me referindo ao ser sexual que está diante de nós (não importa o sexo), teimosamente se recusando a ceder aos nossos apelos. É a moça diante do rapaz, o rapaz diante da moça, o rapaz diante do rapaz e a moça... bem, vocês entenderam', diverte-se.

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