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Monitoramento Ambiental

Monitoramento Ambiental

A gestão dos resíduos industriais farmacêuticos estabelece critérios internos a serem adotados para evitar e minimizar os riscos causados ao meio ambiente e à saúde pública.

Os critérios a serem avaliados são baseados nas legislações ambientais em vigor no Brasil, respeitando e atendendo as orientações dos Órgãos Ambientais e Sanitários.

Sendo assim, para o correto gerenciamento dos resíduos industriais é necessário primeiramente avaliar o ciclo de geração dos resíduos sólidos, pastosos e líquidos gerados pelos processos e atividades industriais avaliando os seguintes critérios:

Identificação das fontes de geração

Realizar o levantamento dos processos e atividades internos responsáveis pela geração dos resíduos sólidos, pastosos e líquidos.

Caracterização dos resíduos

Realizar através de análise laboratorial com referência na NBR 10004 a caracterização dos resíduos industriais através da metodologia “Standart Methods” para a obtenção da classificação do resíduo, podendo ser considerado ou não perigoso.

De acordo com a NBR 10.004/2004:

Resíduos Classe I: resíduos perigosos (matérias primas e produtos farmacêuticos fora de especificação, resíduo ambulatorial e reagentes de laboratório);

Resíduos Classe II – A: Resíduos não inertes (lodo físico-químico e biológico da Estação de Tratamento de Efluentes, papel, papelão, resíduos de varrição, resíduos orgânicos e resíduos domésticos);

Resíduos Classe II – B: Resíduos inertes (vidros, metais, plásticos e entulhos).

Segregação, acondicionamento e identificação

Estabelecer os critérios internos operacionais para todos os resíduos identificados no levantamento inicial dos processos e atividades.

Destacar os cuidados com a segregação correta dos resíduos, cuidados com o acondicionamento evitando o rompimento da embalagem e possíveis vazamentos e estabelecer o padrão para a identificação dos resíduos.

Tratamento interno / externo

Alguns resíduos industriais farmacêuticos necessitam de tratamento interno antes de serem destinados para tratamento externo, como exemplo:

Materiais de embalagem: é obrigatória a descaracterização interna para minimizar e/ou eliminar os riscos com a imagem da empresa.

Meios de cultura: é estabelecido em legislação a necessidade da desativação microbiana através do processo de autoclavação.

Destinação final

Através da caracterização dos resíduos industriais sólidos, pastosos e líquidos são avaliadas as possibilidades de destinação final, o primeiro critério a ser analisado é a verificação da possibilidade de minimização, reutilização ou redução do resíduo.

No Estado de São Paulo, onde estão localizadas algumas unidades industriais da Eurofarma Laboratórios é obrigatória a obtenção do CADRI para a destinação final dos resíduos industriais.

Algumas alternativas ambientalmente corretas e praticadas pela Eurofarma Laboratórios para a destinação final dos resíduos industriais são:
Incineração
Reciclagem
Aterro Sanitário

CADRI - Certificado de Aprovação para Destinação de Resíduos Industriais

Instrumento que aprova o encaminhamento de resíduos industriais a locais de reprocessamento, armazenamento, tratamento ou disposição final, licenciados ou autorizados pela CETESB.

Documentos necessários para solicitação do CADRI

O interessado comparece na agência ambiental da CETESB, onde recebe a orientação para a formalização do pedido de CADRI. A documentação necessária para formalizar o pedido desse Certificado é constituída de:

Impresso denominado "Solicitação de", utilizado para quaisquer pedidos de Licenças, Certificados ou Pareceres;

Formulário CADRI;

Impresso MCE - Resíduos Industriais - Folha Adicional, com informações sobre geração, composição e destinação de resíduos industriais;

Carta de Anuência, do local de destino dos resíduos;

Licença e autorização específica do órgão ambiental do Estado de destino, quando se tratar de encaminhamento a outro Estado;

Procuração, quando for o caso.

Maiores informações, acesse:www.cetesb.sp.gov.br

Incineração

A Incineração é um processo de destruição térmica realizado sob alta temperatura - 900 a 1250 ºC com tempo de residência controlada - e utilizado para o tratamento de resíduos considerados como sendo “perigosos” de acordo com a classificação da NBR 10004. Processo

Nesta tecnologia ocorre a decomposição térmica via oxidação à alta temperatura da parcela orgânica dos resíduos, transformando-a em uma fase gasosa e outra sólida, reduzindo o volume, o peso e as características de periculosidade dos resíduos. Resíduos passíveis de incineração

Resíduos sólidos, pastosos, líquidos e gasosos (aerossóis);

Resíduos orgânicos clorados e não-clorados (borra de tinta, agrodefensivos, borras oleosas, farmacêuticos, resíduos de laboratório, resinas, entre outros);

Resíduos inorgânicos contaminados com óleo, água contaminada com solventes, entre outros);

Resíduos ambulatoriais.

Resíduos não-passíveis

Radioativos;

Resíduos totalmente inorgânicos;

Resíduos hospitalares.

Vantagens da incineração

Destruição total da parcela orgânica dos resíduos;

Monitoramento on-line de todo o processo;

Emissões atmosféricas totalmente controladas;

Flexibilidade na forma de recebimento dos resíduos (tambores, bombonas, caixas, fardos, sacos e big bags).

Reciclagem

Vantagens da reciclagem

Reciclar é economizar energia, poupar recursos naturais e trazer de volta ao ciclo produtivo o que jogamos fora.

A palavra reciclagem foi introduzida ao vocabulário internacional no final da década de 80, quando foi constatado que as fontes de petróleo e outras matérias-primas não renováveis estavam e estão se esgotando. Para compreendermos a reciclagem, é importante entendermos o lixo, deixando de enxergá-lo como uma coisa suja e inútil em sua totalidade. O primeiro passo é perceber que o lixo é fonte de riqueza e que para ser reciclado deve ser separado. Ele pode ser separado de diversas maneiras, sendo a mais simples separar o lixo orgânico do inorgânico (lixo molhado/lixo seco).

A Eurofarma Laboratórios implantou o Programa de Coleta Seletiva no ano de 2002 e a partir dos recursos financeiros arrecadados com a venda dos resíduos recicláveis vêm desenvolvendo programas de educação ambiental para o público interno, incluindo prestadores de serviços e colaboradores.

Aterro Sanitário

O Aterro é uma solução ambiental segura para disposição final de resíduos Classes I, II e III.

Os aterros são construídos com tecnologias que adotam cuidados para que não haja contaminação do meio ambiente através da impermeabilização do solo, técnica de confinamento total dos resíduos, contemplando a drenagem e tratamento de efluentes líquidos.

Os aterros são classificados conforme a disposição dos resíduos:

Aterro Classe I

Destina-se a resíduos industriais perigosos, não-reativos e não inflamáveis, com baixo teor de solventes, óleos ou água.

No aterro Classe I podem ser dispostos resíduos como lodos de estação de tratamento de efluentes e galvânicos, borras de retífica e de tintas, cinzas de incineradores, entre outros.

Aterro Classe II

Destina-se à disposição de resíduos industriais não-perigosos e não-inertes, e também para a disposição de resíduos domiciliares.

Os Aterros Classe II possuem as seguintes características: impermeabilização com argila e geomembrana de PEAD, sistema de drenagem e tratamento de efluentes líquidos e gasosos e completo programa de monitoramento ambiental.

Aterro Classe III

Devido à característica inerte dos resíduos dispostos, o Aterro Classe III dispensa a impermeabilização do solo. Esse aterro possui sistema de drenagem de águas pluviais e um programa de monitoramento ambiental que contempla o acompanhamento geotécnico (movimentação, recalque e deformação) do maciço de resíduos.

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